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CRM para escola: como organizar e aumentar a captação

18 de setembro de 2026

Por: SOMOS Educação

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Um CRM para escola é uma ferramenta que centraliza dados de potenciais alunos e famílias, registra interações e ajuda a acompanhar cada oportunidade desde o primeiro contato até a matrícula.

Na prática, ele permite substituir informações espalhadas entre planilhas, WhatsApp, e-mails e anotações por um processo organizado, no qual a equipe consegue saber quem entrou em contato, o que procura, em qual etapa está, quem é responsável pelo atendimento e qual deve ser o próximo passo.

Mas contratar um CRM não resolve, sozinho, os desafios de captação.

Antes da tecnologia, a escola precisa definir etapas, responsáveis, prazos, critérios de qualificação e indicadores. Caso contrário, apenas transfere um processo desorganizado para um novo sistema.

Neste guia, você vai entender o que é CRM para escola, como ele funciona, quais informações registrar, como montar um funil de captação e quais indicadores acompanhar para transformar dados em decisões.

Resumo executivo

  • CRM para escola é uma ferramenta de gestão do relacionamento com famílias interessadas e, dependendo do uso e da solução, também pode apoiar outros momentos do relacionamento.
  • Na captação, ele centraliza dados, histórico, origem, interesses, etapas, tarefas e motivos de ganho ou perda.
  • CRM e sistema de gestão escolar não são necessariamente a mesma coisa: o primeiro é orientado ao relacionamento e ao funil; o segundo costuma concentrar processos acadêmicos, administrativos e financeiros.
  • Antes de implantar um CRM, a escola precisa definir seu processo comercial.
  • Um funil básico pode ser organizado em lead recebido, contato, qualificação, visita agendada, visita realizada, proposta/negociação, matrícula e perda.
  • Cada oportunidade precisa ter responsável, próximo passo e prazo.
  • Motivos de perda devem ser padronizados para permitir análises.
  • Indicadores como tempo de resposta, conversão entre etapas, origem das matrículas e motivos de perda ajudam a encontrar gargalos.
  • Automação deve reduzir tarefas operacionais, não substituir interações que exigem contexto e conhecimento da proposta pedagógica.
  • O valor do CRM não está na quantidade de informações armazenadas, mas na capacidade de transformar esses dados em ações e decisões.

O que é CRM para escola?

CRM é a sigla para Customer Relationship Management, ou gestão do relacionamento com clientes.

No contexto escolar, um CRM pode ser entendido como um sistema utilizado para organizar e acompanhar o relacionamento com famílias ao longo de processos como a captação de novos alunos.

Em vez de deixar informações distribuídas entre diferentes canais, o CRM cria uma base organizada.

Um registro pode reunir, por exemplo:

  • nome do responsável;
  • contato;
  • nome e idade do estudante;
  • segmento ou série de interesse;
  • unidade;
  • origem do contato;
  • necessidades da família;
  • histórico de conversas;
  • visitas;
  • objeções;
  • próximo passo;
  • responsável pelo atendimento;
  • prazo;
  • situação da oportunidade;
  • motivo de matrícula ou perda.

Assim, quando outra pessoa assume o atendimento, não precisa pedir que a família conte tudo novamente.

O histórico acompanha a oportunidade.

Essa centralização é especialmente importante em uma estratégia estruturada de captação de alunos, na qual o resultado depende do acompanhamento entre diferentes etapas.

Para que serve um CRM escolar?

A principal função é transformar contatos dispersos em um processo acompanhável.

Imagine uma escola que recebe interessados por:

  • formulário do site;
  • WhatsApp;
  • Instagram;
  • telefone;
  • indicação;
  • eventos;
  • mídia paga;
  • visita espontânea.

Sem uma fonte centralizada, surgem perguntas difíceis de responder:

  • Quantos interessados temos?
  • Quem já recebeu retorno?
  • Quem precisa de follow-up?
  • Quantas famílias visitaram a escola?
  • Quais campanhas geraram matrículas?
  • Por que algumas famílias desistiram?
  • Qual atendente está responsável por cada oportunidade?
  • Quais séries concentram maior demanda?

O CRM organiza essas informações para que a gestão acompanhe o processo.

CRM para escola e sistema de gestão escolar são a mesma coisa?

Não necessariamente, essa é uma distinção importante.

CRM para escolaSistema de gestão escolar
Relacionamento e oportunidadesOperação acadêmica e administrativa
LeadsAlunos matriculados
Histórico de contatosDados acadêmicos
Funil comercialMatrículas e documentos
VisitasFrequência
Follow-upsTurmas
Origem das oportunidadesContratos
Motivos de perdaFinanceiro
ConversãoRotinas administrativas

O CRM tende a responder:

“Como está nosso relacionamento com essa oportunidade e qual é o próximo passo?”

Já o sistema de gestão escolar tende a responder:

“Como está organizada a vida acadêmica, administrativa e/ou financeira desse aluno?”

Algumas soluções podem reunir ou integrar funcionalidades dos dois tipos.

Por isso, a escola deve avaliar o escopo real de cada ferramenta, e não apenas o nome utilizado pelo fornecedor.

Qual é a diferença entre CRM escolar e planilha?

Uma planilha pode funcionar como solução inicial para uma operação pequena e pouco complexa.

É possível registrar:

  • contatos;
  • série;
  • origem;
  • etapa;
  • responsável;
  • próxima ação;
  • status.

O problema aparece conforme o volume cresce.

Um CRM pode oferecer recursos como:

  • histórico centralizado;
  • tarefas;
  • alertas;
  • automações;
  • controle de acesso;
  • filtros;
  • segmentação;
  • integrações;
  • relatórios;
  • gestão do funil.

A decisão não deveria ser simplesmente:

“CRM ou planilha?”

A pergunta mais útil é:

“Nossa estrutura atual permite acompanhar todas as oportunidades sem perda de informação, atraso ou dificuldade para medir resultados?”

Se a resposta for não, existe um problema de processo e possivelmente uma necessidade tecnológica.

Quando uma escola precisa de CRM?

Alguns sinais podem indicar que a operação já exige maior organização:

  • leads ficam sem resposta;
  • a equipe não sabe quem realizou o último contato;
  • informações estão espalhadas em diferentes planilhas;
  • responsáveis precisam repetir informações;
  • visitas são agendadas sem acompanhamento;
  • follow-ups dependem da memória dos atendentes;
  • não há registro dos motivos de perda;
  • a escola não sabe quais canais geram matrículas;
  • gestores não conseguem visualizar o funil;
  • oportunidades desaparecem depois do primeiro contato;
  • cada atendente registra informações de uma forma;
  • relatórios levam muito tempo para serem produzidos.

Não é necessário esperar todos esses problemas aparecerem.

Quanto mais relevante a captação se torna para o planejamento da escola, maior a necessidade de ter uma fonte confiável de dados comerciais.

Como funciona um CRM para escola na prática?

Considere esta situação:

Uma mãe encontra a escola pelo Google e preenche um formulário buscando uma vaga para o 6º ano.

O CRM registra:

Origem: busca orgânica
Segmento: Anos Finais
Série: 6º ano
Status: novo lead

A equipe entra em contato e descobre que a família busca uma escola com acompanhamento acadêmico mais próximo.

Essa informação também é registrada.

A visita é marcada.

O status muda:

Visita agendada.

Depois da visita, a família informa que precisa conversar com outro responsável antes da decisão.

A equipe registra:

Próxima ação: follow-up
Prazo: quinta-feira
Responsável: atendente X

Na quinta-feira, a tarefa aparece para o responsável.

Se houver matrícula:

Status: ganho.

Se a família optar por outra instituição:

Status: perdido.

E a equipe registra o motivo.

Esse histórico permite que a gestão enxergue o processo inteiro, em vez de apenas o resultado final.

Como montar um funil de CRM para escola?

O CRM funciona melhor quando as etapas representam decisões reais da família.

Um modelo básico pode ser:

Lead recebido → contato realizado → qualificado → visita agendada → visita realizada → proposta/negociação → matrícula → perdido

1. Lead recebido

A família entrou em contato, mas ainda não houve atendimento.

2. Contato realizado

A equipe conseguiu iniciar a conversa.

3. Lead qualificado

Existe uma necessidade compatível com aquilo que a escola oferece e informações suficientes para avançar.

4. Visita agendada

A família marcou um encontro presencial ou online.

5. Visita realizada

A visita efetivamente aconteceu.

6. Proposta ou negociação

A família recebeu as informações necessárias para avaliar a matrícula e existem próximos passos definidos.

7. Matrícula

A oportunidade foi convertida.

8. Perdido

A família não avançou.

Nesse último caso, é fundamental registrar por quê.

A estrutura deve refletir a realidade de cada instituição. Criar dezenas de etapas apenas para tornar o CRM aparentemente sofisticado tende a aumentar a complexidade sem melhorar a gestão.

Modelo de campos para configurar no CRM escolar

Uma das decisões mais importantes é definir quais informações realmente precisam ser registradas.

Um modelo inicial pode ser:

CampoExemploPara que serve
ResponsávelAna SilvaIdentificação
Telefone/e-mailDados autorizadosContato
EstudanteJoãoIdentificação
Série pretendida6º anoSegmentação
UnidadeUnidade CentroCapacidade e análise
OrigemGoogleAtribuição
CampanhaMatrículas 2027Análise
Principal necessidadeAcompanhamentoPersonalização
Critério de escolhaProposta pedagógicaAtendimento
EtapaVisita agendadaFunil
Responsável internoAtendente AAccountability
Próxima açãoConfirmar visitaContinuidade
Prazo20/09Gestão
ObjeçãoLocalizaçãoDiagnóstico
Motivo de perdaConcorrenteAprendizado

Evite transformar o cadastro em um interrogatório.

Registre somente informações que tenham finalidade clara para o atendimento, gestão ou análise, respeitando as regras aplicáveis de proteção de dados.

O que registrar depois de cada atendimento?

Uma regra simples ajuda a melhorar a qualidade do CRM.

Ao terminar uma interação, a equipe deve conseguir responder:

  • O que aconteceu?
  • O que descobrimos?
  • Qual é o próximo passo?
  • Quem fará?
  • Quando?

Por exemplo:

Família busca 1º ano. Valoriza acompanhamento e período integral. Visitou duas concorrentes. Agendada visita para sexta-feira às 15h. Enviar confirmação na quinta-feira. Responsável: Mariana.

É muito mais útil do que:

Cliente interessado. Retornar depois.

Quanto melhor o contexto registrado, mais fácil dar continuidade à conversa.

Como usar CRM para aumentar matrículas?

O CRM não cria demanda sozinho.

Seu papel é ajudar a escola a aproveitar melhor as oportunidades que já chegam e aprender com os dados gerados pelo processo.

Algumas aplicações são especialmente importantes.

Reduzir leads esquecidos

Todo lead precisa ter:

responsável + etapa + próximo passo.

Se alguma oportunidade não tiver próximo passo, existe risco de abandono.

Melhorar o tempo de resposta

O CRM pode ajudar a registrar quando o contato entrou e quando foi atendido.

Isso permite acompanhar o tempo de primeira resposta.

Personalizar o atendimento

Se a família informou que busca acompanhamento acadêmico, essa informação deve aparecer na conversa e na visita.

O objetivo não é usar dados para pressionar a decisão, mas evitar um atendimento genérico.

Organizar follow-ups

Follow-up não significa enviar repetidamente:

“Já decidiu?”

O próximo contato deve ter contexto.

Pode ser:

  • responder uma dúvida;
  • compartilhar uma informação relevante;
  • confirmar uma visita;
  • enviar uma evidência relacionada ao diferencial mencionado;
  • explicar uma etapa;
  • retomar uma questão que ficou pendente.

A proposta comercial da escola também deve considerar as necessidades identificadas durante esse relacionamento.

Descobrir onde o funil perde famílias

Se existem 300 leads e apenas 30 visitas, o problema pode estar entre atendimento e agendamento.

Se existem 100 visitas e apenas 10 matrículas, o gargalo está em outro ponto.

O CRM permite deixar de tratar todo problema como “falta de leads”.

Exemplo prático: como analisar o funil no CRM

Imagine este resultado:

EtapaFamíliasConversão
Leads válidos500—
Contatados40080%
Visitas agendadas20050%
Visitas realizadas15075%
Matrículas6040%

A conversão total foi:

60 ÷ 500 × 100 = 12%

Agora imagine que a meta seja 80 matrículas.

A primeira reação poderia ser gerar mais leads.

Mas os dados mostram que apenas metade dos contatos chega ao agendamento.

Antes de ampliar mídia, a gestão pode investigar:

  • o atendimento demora?
  • o roteiro está excessivamente focado em preço?
  • existe dificuldade para agendar?
  • a equipe apresenta motivos claros para visitar?
  • há follow-up?
  • determinados canais geram contatos pouco aderentes?

Essa análise está diretamente relacionada ao trabalho de aumentar matrículas na escola sem depender apenas do aumento de mídia.

Quais indicadores acompanhar no CRM escolar?

Não é necessário criar dezenas de métricas, comece pelas que ajudam a tomar decisões.

Volume de leads

Quantas oportunidades válidas entraram?

Origem

De onde vieram?

Exemplos:

  • Google;
  • Instagram;
  • indicação;
  • evento;
  • mídia paga;
  • site;
  • WhatsApp.

Tempo de primeira resposta

Quanto tempo a equipe leva para iniciar o atendimento?

Taxa de contato

Leads contatados ÷ leads válidos × 100

Conversão em visita

Visitas agendadas ÷ leads contatados × 100

Taxa de comparecimento

Visitas realizadas ÷ visitas agendadas × 100

Conversão de visita em matrícula

Matrículas ÷ visitas realizadas × 100

Conversão total

Matrículas ÷ leads válidos × 100

Motivos de perda

Por que as famílias não se matricularam?

Conversão por origem

Quais canais realmente geram matrículas?

Conversão por segmento

Em quais etapas, séries ou unidades existem maiores dificuldades?

Esses indicadores podem integrar o painel de KPIs escolares da instituição.

Como padronizar os motivos de perda no CRM?

Esse é um campo pequeno com grande valor estratégico.

Evite registros vagos como:

  • desistiu;
  • não quis;
  • sem interesse.

Crie categorias consistentes:

MotivoQuando utilizar
Preço/condiçãoInvestimento foi fator declarado
LocalizaçãoDistância ou logística
HorárioTurno incompatível
Sem vagaCapacidade indisponível
ConcorrenteEscolheu outra instituição
Proposta pedagógicaProcurava abordagem diferente
EstruturaRequisito não atendido
Mudança canceladaBusca deixou de existir
Sem retornoNão foi possível retomar contato
OutroExige observação complementar

Depois, analise os motivos por:

segmento + origem + período + etapa + unidade.

Se “preço” aparece muito depois da visita, por exemplo, pode ser necessário investigar tanto política comercial quanto percepção de valor.

Se “sem retorno” dominar as perdas, talvez o problema esteja no processo de follow-up.

Dados precisam gerar perguntas e não somente afirmações abstratas. 

Seu CRM mostra quantos leads entraram. Mas sua escola sabe quantos precisa converter?

Organizar contatos é importante. Transformar esses dados em uma meta sustentável de crescimento é o próximo passo.

A ferramenta de Captação da SOMOS Educação ajuda sua escola a avaliar sua prontidão para novas matrículas, relacionar o potencial de captação às oportunidades de receita e identificar pontos que podem fortalecer a estratégia comercial.

Assim, os dados registrados no CRM deixam de servir apenas para acompanhar atendimentos e passam a apoiar decisões sobre meta, conversão, diferenciação e crescimento.

Avalie o potencial de novas matrículas da sua escola e identifique quais pontos da estratégia de captação precisam avançar.

CRM ajuda na retenção de alunos?

Pode ajudar, dependendo do escopo da ferramenta e do processo adotado pela instituição.

A lógica é semelhante: informações importantes sobre o relacionamento não deveriam depender apenas da memória de pessoas específicas.

Uma escola pode precisar acompanhar:

  • reclamações;
  • solicitações;
  • histórico de atendimento;
  • sinais de insatisfação;
  • pesquisas;
  • intenção de renovação;
  • pendências;
  • próximo contato.

Mas existe uma diferença importante.

O funil de captação acompanha uma oportunidade de nova matrícula.

Já a retenção envolve estudantes e famílias que possuem um relacionamento ativo com a escola e uma experiência educacional em andamento.

Por isso, a escola precisa avaliar quais dados pertencem ao CRM, quais pertencem ao sistema de gestão e quais integrações são necessárias.

O artigo sobre a experiência da família na escola aprofunda essa gestão do relacionamento depois da matrícula.

CRM, automação e WhatsApp: qual é a diferença?

As ferramentas cumprem papéis diferentes.

CRM: organiza dados, histórico, etapas, responsáveis e oportunidades.

Automação: executa determinadas ações a partir de regras.

WhatsApp: é um canal de comunicação.

Um não substitui automaticamente o outro.

Por exemplo:

A família envia uma mensagem pelo WhatsApp.

O contato é associado ao registro no CRM.

A oportunidade recebe uma etapa.

Uma automação cria uma tarefa de retorno.

O atendente conversa com a família.

O histórico e o próximo passo ficam registrados.

A tecnologia funciona melhor quando essas funções são integradas sem perder contexto.

Quais automações fazem sentido em um CRM escolar?

Automação deve reduzir tarefas repetitivas sem transformar o relacionamento em uma sequência impessoal de mensagens.

Alguns exemplos:

  • confirmação de recebimento;
  • criação de tarefa para o atendente;
  • lembrete de visita;
  • alerta de oportunidade sem próxima ação;
  • tarefa de follow-up;
  • atualização de responsável;
  • notificação de SLA ultrapassado;
  • pesquisa após determinada etapa.

Já conversas sobre necessidades específicas, objeções, proposta pedagógica ou situações sensíveis tendem a exigir intervenção humana.

Como escolher um CRM para escola?

Antes de comparar fornecedores, transforme as necessidades da instituição em critérios.

Pergunte:

1. O CRM permite configurar nosso funil?

A escola deve conseguir representar seu processo real.

2. É possível criar campos personalizados?

Segmento, série, unidade, campanha e outras informações podem ser necessárias.

3. Há gestão de tarefas e próximos passos?

Um CRM que apenas armazena contatos resolve pouco.

4. É possível registrar a origem das oportunidades?

Isso é necessário para analisar canais.

5. Os relatórios mostram conversão entre etapas?

A gestão precisa encontrar gargalos.

6. É possível integrar os canais utilizados pela escola?

Verifique formulários, e-mail, WhatsApp e outras fontes relevantes.

7. Existe integração com outros sistemas?

Avalie a necessidade de conectar CRM, matrícula, gestão ou outras plataformas.

8. Existem controles de acesso e recursos adequados de segurança e privacidade?

Nem toda pessoa precisa visualizar todos os dados.

9. A ferramenta permite exportar dados?

A instituição precisa conseguir acessar seus próprios registros.

10. A equipe conseguirá usar?

Uma solução sofisticada que ninguém atualiza produz dados ruins.

O melhor CRM não é necessariamente aquele com mais funcionalidades.

É aquele que atende ao processo da escola e consegue ser incorporado à rotina.

Checklist para escolher CRM para escola

Antes de contratar, verifique:

  • funil personalizável;
  • campos personalizados;
  • histórico de contatos;
  • tarefas e lembretes;
  • definição de responsáveis;
  • motivos de perda;
  • origem dos leads;
  • relatórios de conversão;
  • filtros por segmento e unidade;
  • integrações necessárias;
  • automações úteis;
  • controle de acesso;
  • recursos de privacidade e segurança;
  • exportação de dados;
  • suporte;
  • facilidade de uso.

Mas não escolha apenas marcando funcionalidades, faça um teste usando um processo real da escola.

Por exemplo:

lead do site → atendimento → visita → follow-up → matrícula.

Se a ferramenta tornar esse fluxo mais difícil, a lista de funcionalidades pouco importa.

Modelo de rotina semanal de CRM para escola

Ter um sistema não significa que os dados serão utilizados.

Uma reunião semanal de 30 minutos pode responder:

  1. Quantos leads novos entraram?
  2. Quantos ainda não foram atendidos?
  3. Existem oportunidades sem próximo passo?
  4. Quantas visitas estão agendadas?
  5. Quantas aconteceram?
  6. Quantas matrículas foram concluídas?
  7. Onde ocorreu a maior queda do funil?
  8. Quais motivos de perda estão crescendo?
  9. Qual canal gerou mais matrículas?
  10. Qual ação será realizada na próxima semana?

O objetivo não é transformar a reunião em prestação de contas individual.

É descobrir qual problema do processo precisa ser corrigido.

Exemplo: diagnóstico de CRM em três cenários

Cenário 1 — Muitos leads sem contato

Dados: 500 leads, 300 contatados.

Diagnóstico a investigar: capacidade da equipe, integração ou tempo de resposta.

Ações possíveis: distribuir responsáveis, criar alertas e revisar SLA.

Cenário 2 — Muitos contatos e poucas visitas

Dados: 300 contatos, 70 visitas.

Diagnóstico a investigar: qualificação, proposta inicial, agenda ou abordagem.

Ações possíveis: revisar roteiro, analisar objeções e treinar atendimento.

Cenário 3 — Muitas visitas e poucas matrículas

Dados: 100 visitas, 15 matrículas.

Diagnóstico a investigar: experiência da visita, proposta de valor, condições, concorrência ou follow-up.

Ações possíveis: analisar motivos de perda, revisar visita e melhorar a proposta.

Esse tipo de análise torna o CRM uma ferramenta de gestão, não apenas uma agenda digital.

CRM para escola precisa transformar dados em decisões

Um CRM não deve ser avaliado pela quantidade de contatos armazenados.

Seu valor aparece quando a escola consegue responder perguntas que antes dependiam de percepção:

  • Onde estamos perdendo famílias?
  • Quais canais realmente geram matrículas?
  • Quais segmentos apresentam maior conversão?
  • Quanto tempo demoramos para responder?
  • Quais objeções aparecem com frequência?
  • Quais oportunidades precisam de ação hoje?

Quando processo, equipe e tecnologia trabalham juntos, o CRM deixa de funcionar apenas como cadastro.

Ele se torna uma ferramenta para organizar a operação comercial, reduzir perdas de oportunidades, melhorar a previsibilidade e apoiar decisões de crescimento da escola.

Essa é a conexão mais importante entre CRM e gestão escolar: usar informações do relacionamento para transformar planejamento comercial em execução mensurável.

CRM organiza dados. Uma estratégia de crescimento precisa transformá-los em decisões

Saber quantos leads entraram, onde o funil perde famílias e quais canais geram matrículas é apenas parte do trabalho. O próximo passo é conectar esses dados à proposta de valor, às metas comerciais e à capacidade de crescimento da escola.

Com as soluções e o suporte da SOMOS Educação, escolas parceiras contam com recursos que apoiam diferentes dimensões dessa estratégia, da diferenciação pedagógica e campanha de matrículas à gestão da experiência educacional.

Conheça as soluções da SOMOS Educação e descubra como fortalecer a estratégia de crescimento da sua escola.

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